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quarta-feira, 2 de junho de 2021

Entre os que mais morrem de covid -19 estão domestica , pedreiros e motoristas .

 Motoristas, domésticas e pedreiros estão entre os que mais morrem de Covid

Motoristas, domésticas e pedreiros estão entre os que mais morrem de Covid


Individualmente, os aposentados respondem pelo maior grupo

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Entre as atividades ocupacionais que mais registram mortes por Covid-19 na cidade de São Paulo entre março de 2020 e março de 2021 estão as empregadas domésticas, os pedreiros e motoristas de táxi e aplicativo, segundo uma pesquisa feita pelo Instituto Pólis com base em dados da Secretaria Municipal de Saúde.

Individualmente, os aposentados respondem pelo maior grupo vítima da doença. Foram 9.925 mortes nesse período, o que corresponde a 32,2% do total. Outras 4.832 pessoas eram donas de casa (15,7%), e outros 3.391 (12,8%) morreram sem que sua atividade ocupacional fosse registrada.

Por fim, os dados indicam que 37,8% das pessoas que morreram estavam empregadas no mercado de trabalho.
Das mais de 30 mil mortes, 23,6 mil (76,7%) não completaram 11 anos de estudo, ou seja, não finalizaram o ciclo de educação básica.

"Considerando a escolaridade das vítimas como um indicador indireto sobre seu padrão de renda, os dados demonstram que a mortalidade de Covid-19 é maior entre trabalhadores e trabalhadoras mais pobres, que, em muitos casos, são caracterizados pela informalidade e pela impossibilidade do trabalho remoto", escrevem os autores do estudo denominado "Trabalho, território e Covid no município de São Paulo".

Pouco mais de um quinto dos óbitos (21,6%), as pessoas que morreram vítima de Covid-19 atuavam em atividades essenciais, tais como saúde, segurança pública e transporte. Na classificação dos pesquisadores, 6,5% das mortes foram de trabalhadores não essenciais, tais como aqueles que atuam em trabalho doméstico e construção civil, e que continuaram exercendo as suas atividades.

"É importante debater o que é considerado realmente essencial, no momento de impor medidas restritivas, em uma emergência sanitária como essa", afirmam os autores.

Os dados tabulados pelo Instituto Polis foram obtidos via Lei de Acesso à Informação. Eles trazem detalhes do PRO-AIM (Programa de Aprimoramento das Informações de Mortalidade), um sistema municipal que faz a checagem das informações contidas nas declarações de óbito registradas na cidade. Nessas declarações, existe um campo onde é possível inserir o dado do CBO (Classificação Brasileira de Ocupações).

Ao menos 960 profissionais mortos por Covid-19 são do agrupamento transporte e tráfego. Destes, ao menos 78,7% são taxistas ou motoristas de aplicativo.

Segundo explica o arquiteto e urbanista Vitor Nisida, pesquisador do Instituto Pólis e um dos autores do estudo, não é possível saber exatamente quantos taxistas ou motoristas de aplicativo morreram, já que o CBO é de 2002, data que não existia ""como ainda não existe"" a classificação de motorista de aplicativo.

"O que a gente nota é que são os óbitos anotados como motorista de praça, chofer, taxista, aí a gente enxerga um grupo de pessoas que trabalham profissionalmente prestando esse serviço dirigindo algum carro para levar passageiros. Não tem essa identificação que os separe", afirma Nisida.

Outro ponto que chamou a atenção dos pesquisadores foi a quantidade de empregadas e empregados domésticos mortos, que perfazem 2,4% do total. O grupo é composto, em sua maioria, por mulheres (90,8%) e negras (53,6%).

Trata-se de um pouco menos da metade de total de mortes registradas em todo o comércio, que reponde por 5,1%. A diferença é que o contingente de empregadas domésticas é estimado em cerca de 230 mil, enquanto o de trabalhadores do comércio, em mais de 1 milhão.

Outro segmento muito afetado foi o da construção civil. A atividade ocupacional que registrou a maior parte das mortes foi a de pedreiros, com 33% do total. Apenas 10,6% das mortes nesse segmento foram de engenheiros civis. "Em tese, os engenheiros têm um nível de exposição melhor, pela formação e padrão de renda, geral ou pelo fato de ter ensino superior, mesmo assim é um número grande de mortes, com 135 óbitos", afirmou.

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico, responsável pele elaboração do Plano São Paulo, informou que a classificação das atividades consideradas essenciais foi feita a partir de estudos de vulnerabilidade e risco de contágio, embasado por trabalho científico da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas).

Segundo a pasta, o plano leva em consideração dados técnicos e científicos de monitoramento da evolução da pandemia e da capacidade do sistema hospitalar.

"É respaldado por análises e pareceres do Centro de Contingência para permitir, de forma consciente e gradual, a retomada das atividades econômicas dos setores. O Governo de SP esclarece, ainda, que a classificação das atividades essenciais é definida pelo Governo Federal, seguindo modelos internacionais."

A pasta informa que entre as medidas indicadas pelo Centro de Contingência está a de escalonamento de horário das atividades econômicas como forma de reduzir o contato entre as pessoas e manter o distanciamento social.

 Noticias:https://www.noticiasaominuto.com.br/economia/1809474/motoristas-domesticas-e-pedreiros-estao-entre-os-que-mais-morrem-de-covid


quinta-feira, 27 de maio de 2021

brasil poderia ser o primeiro pais a iniciar a vacinação entenda?

 Dimas Covas: Brasil poderia ter sido o 1º país do mundo a iniciar vacinação

Dimas Covas: Brasil poderia ter sido o 1º país do mundo a iniciar vacinação

Dimas Covas afirmou que se o governo tivesse assinado um contrato em julho do ano passado, 60 milhões de doses da vacina poderiam ter sido entregues até dezembro de 2020

Em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid nesta quinta-feira, o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, afirmou que, em dezembro no ano passado, quando o mundo iniciava a vacinação contra covid-19, o Instituto Butantan já tinha 5,5 milhões de doses Coronovac produzidas e 4 milhões em processamento. Ambos os lotes não tinham contrato com o Ministério da Saúde.

 

Segundo o diretor, não fossem os "percalços" que o Instituto teve que enfrentar no período, "tanto do ponto de vista do contrato, quanto do ponto de vista também regulatório", o Brasil poderia ter começado a imunização contra covid-19 ainda no ano passado.

O diretor do Butantan afirmou que enquanto a maioria dos países já tinha feito a regulamentação para o uso emergencial das vacinas contra covid, em meados do ano passado, a regulação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) saiu apenas em dezembro de 2020.

De acordo com Covas, não fossem esses "atrasos", o Brasil poderia ter sido o primeiro País do mundo a começar a vacinação contra covid-19. Para Covas, o cenário não se concretizou por uma falta de "agilidade maior de todos esses autores.

Dimas Covas apresentou aos senadores a cronologia das tratativas com o Ministério da Saúde para compra da Coronavac e afirmou que se o governo tivesse assinado um contrato apresentado ao Ministério em julho do ano passado, 60 milhões de doses da vacina poderiam ter sido entregues ao Programa Nacional de Imunização até dezembro de 2020.

Covas também afirmou que as "idas e vindas" do governo com relação ao tema, apesar de não atrapalharem o quantitativo de vacinas entregues à pasta, continuaram a atrasar o cronograma de entrega dos imunizantes. O contrato final com o governo foi assinado no dia 7 de janeiro deste ano.

Sem apoio financeiro

No depoimento, Dimas Covas também afirmou que, até o momento, não houve apoio financeiro do Ministério da Saúde para a produção da Coronavac. Ele ainda relatou que a campanha negativa nas redes sociais contra o imunizante atrapalhou a fase de testes clínicos, por dificuldade de recrutamento de voluntários.

"Era para o estudo clínico ter terminado em outubro, mas aí nós começamos a ter dificuldade com os estudos clínicos. A dificuldade foi a velocidade de entrada de voluntários porque, nesse momento, existia um ambiente conturbado, um combate muito exacerbado a essa vacina nas redes sociais", disse ele.

Covas também lembrou que, antes de fechar com a farmacêutica chinesa Sinovac, o instituto procurou várias parcerias para desenvolver uma vacina, mas que considerou a cooperação com a empresa ideal porque a tecnologia usada é a mesma que o Butantan domina. "Naquele momento não existia cláusula comercial com a Sinovac, era parceria", afirmou o diretor.

Descaso

Para o líder da Oposição na Câmara, deputado Alessandro Molon (PSB-RJ), a fala inicial de Dimas Covas à CPI da Covid mostra que "mais uma vez, o descaso do governo Bolsonaro com as vacinas fica evidente". "É gravíssimo!", classificou Molon no Twitter ao comentar as declarações do diretor do Butantan sobre a negociação dos imunizantes.

Noticias:https://www.noticiasaominuto.com.br/politica/1808083/dimas-covas-brasil-poderia-ter-sido-o-1-pais-do-mundo-a-iniciar-vacinacao

quinta-feira, 20 de maio de 2021

Essa e a realidade da mulher negra no Brasil ou do cidadão negro .

 

RACISMO: "Ao entregar currículos com foto...não recebia nenhum retorno"



“Essa é a realidade de ser uma mulher negra no Brasil e no capitalismo: permanecer sempre embaixo de várias camadas na sociedade, ocupando os piores postos de trabalho, ganhando os piores salários, tendo que enfrentar jornadas duplas, triplas de trabalho ou o desemprego...A falácia de que no Brasil não existe racismo(...)”. Esse relato foi escrito a partir do grupo de estudos do curso e livro Mulheres Negras e Marxismo organizado pelo Pão e Rosas DF/Centro Oeste.

Mudar para uma nova cidade sempre é um desafio, independente para qual município. Isso pode-se agravar conforme algumas ‘’caixas’’ que somos posicionados pela sociedade. Ao mudar de Goiânia para Brasília, inicialmente o desejo foi procurar um emprego, pois quem sempre trabalhou não consegue ficar parado. Diante a esse foco, em permanecer ativa, comecei a entregar currículos por Brasília.

Me organizei em etapas, primeiro: o melhor dia para entregar currículo; segundo: divisão por região administrativa; terceiro: foco em escolar para educação infantil e ensino fundamental I. Assim foi feito, durante meses sai por Brasília de 2 a 3 vezes por semana, com 10 a 15 currículos por dia.

Com mais de meses entregando currículo, eu não entendia o motivo de não ser chamada para nenhuma entrevista. Em minha cabeça, ecoava alguns pensamentos, tais como: “estamos em crise”, “logo vou receber uma ligação”, “será que meu currículo está bom o suficiente?”. Desse modo, sempre procurei algum problema existente em mim ou no currículo.

Conversando com uma amiga, que mora em Goiânia, disse que já estava aflita, pois eu entregava currículos e ninguém me ligava, não mandava e-mail. Questionei se ela observava algum problema, pois eu não via nada que pudesse atrapalhar. Isso posto, chegamos a conclusão em tirar a foto que estava estampada, prontamente fiz isso no final de semana.

Novamente me organizei em algumas etapas e assim sai entregando, só que agora sem foto. Em pouco tempo, algo ’’incrível’’ aconteceu, fui chamada para participar de processos seletivos em algumas escolas, comecei a fazer entrevistas, testes e até cheguei a ministrar aulas para crianças pequenas por algumas semanas.

Pode-se dizer que algo surpreendente e magnífico aconteceu, como antes ao entregar os currículos com fotos e não recebia nenhum retorno e a partir do momento que a removi comecei a participar de processos seletivos. É exatamente isso, as caixas que somos colocados na sociedade.

Não houve mágica alguma, aconteceu o que sempre ocorre com pessoas que não se enquadram em um padrão definido pela burguesia, pelos patrões, que exclui sempre a grande massa trabalhadora que no Brasil é uma maioria negra e feminina.

Essa é a realidade de ser uma mulher negra no Brasil e no capitalismo: permanecer sempre embaixo de várias camadas na sociedade, ocupando os piores postos de trabalho, ganhando os piores salários, tendo que enfrentar jornadas dupla, triplas de trabalho ou o desemprego...A falácia de que no Brasil não existe racismo, pois só tem mesmo nos EUA, como disse Mourão, é uma grande mentira que só convém aos capitalistas e golpistas para continuarem nos atacando, super explorando e oprimindo.

A luta histórica dos trabalhadores onde as mulheres negras sempre foram de linha de frente mostram o caminho! Nos inspiremos nela, pois o capitalismo, o racismo e o patriarcado não vão cair sozinhos, mas com a força da nossa luta e organização a gente vai ter que derrubá-los.


Esse relato foi escrito a partir do grupo de estudos regional do curso e livro Mulheres Negras e Marxismo organizado pelo Pão e Rosas DF/Centro Oeste e impulsionado pelo Campus Virtual do Esquerda Diário. Inscrições gratuitas aqui. Participe da próxima reunião que terá o tema "Negras no topo?", dia 02/05 às 16h. Tem interesse? Mande uma mensagem para (61)99903-2711 (Luiza).

Noticias:https://www.esquerdadiario.com.br/RACISMO-Ao-entregar-curriculos-com-foto-nao-recebia-nenhum-retorno



quinta-feira, 4 de abril de 2019

Debate


Entidades e governo vão debater iniciativas para a indústria 4.0

Publicado em 03/04/2019 - 16:57

Por Pedro Peduzzi - Repórter da Agência Brasil Brasília

O ministro interino do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Júlio Semeghini e o  presidente do BNDES, Joaquim Levy durante lançamento da Câmara Brasileira da Indústria 4.0.
 
Com o objetivo de criar condições para que o Brasil não fique para trás na chamada quarta revolução industrial, conhecida como indústria 4.0, foi lançada hoje (3) a Câmara Brasileira da Indústria 4.0. A ideia é de debater o tema com os meios empresarial e acadêmico, para facilitar a integração de iniciativas de fomento da indústria 4.0, a manufatura avançada e a internet das coisas, que integra dispositivos eletrônicos usados no dia a dia à internet. “O momento é de discutir aplicações. Em que casos investir e como disponibilizar [recursos]. Vamos aproveitar o que temos para darmos o passo seguinte, que é a Internet das Coisas”, disse o ministro interino do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Júlio Semeghini, durante a cerimônia de lançamento da Câmara. 

“Essa Câmara, além de focar na Indústria 4.0 nos ajudará também a pensar o marco regulatório dos startups”, acrescentou, referindo-se a outra iniciativa do governo, voltada a empresas iniciantes .Segundo o secretário de Empreendedorismo e Inovação do MCTIC, Paulo Alvim, o objetivo final das políticas a serem elaboradas a partir da Câmara da Indústria 4.0 é fazer com que as bases de conhecimento sejam transformadas em riqueza para o país.“Essa Câmara é um esforço de construção coletiva com a participação de governo e sociedade civil para promover a transformação do país. Trata-se de uma nova etapa a ser desenvolvida, a partir do aprendizado obtido com iniciativas anteriores”, disse.

Crédito                

Uma das nove entidades que formarão o conselho superior dessa Câmara é o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). De acordo com o presidente do banco, Joaquim Levy, o BNDES “estará firme” na infraestrutura e na indústria 4.0. “O BNDES se junta a esse trabalho com disponibilização de crédito. Estaremos presentes com capital físico, financeiro e com nossos recursos humanos. São inúmeras as interligações [da indústria 4.0] dentro da economia. Pode ajudar a agricultura, por meio de colheitadeiras inteligentes que analisam o solo ou a meteorologia. Podem também ajudar no transporte, na segurança, na iluminação pública, entre outros”, argumentou.

Formação

Na avaliação do o secretário de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa, falta capital humano para que o Brasil consiga avançar na direção da quarta revolução industrial. “Estamos muito atrás. Portanto formar profissionais é nossa prioridade”, disse. Para o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Paulo Afonso Ferreira, que também integra a Câmara, a quarta revolução industrial não pode ser para poucos. "Precisa ser permeada para toda a sociedade. É preciso, também, um esforço sério de redução de desperdício e do tempo de fabricação de produtos, bem como disponibilizá-la a baixo custo para todos. Ela também demandará qualificação massiva de mão de obra e investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação”, disse o presidente da CNI.

Também integram o conselho superior, que tem caráter deliberativo, Ministério da Economia, Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), Conselho Nacional de Pesquisa (CNPq), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e Associação Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Emprapii), além de MCTIC, CNI e BNDES.

Saiba mais

  • Profissionais da indústria 4.0 terão melhor remuneração, diz ministro
  • Indústria 4.0 quer conhecimento tecnológico e competência relacional
  • Estudo aponta 30 profissões que estão surgindo com a indústria 4.0

Edição: Sabrina Craide


 

terça-feira, 19 de março de 2019

Preso governador do Paraná


Ex-governador do Paraná Beto Richa é preso pela terceira vez
Publicado em 19/03/2019 - 09:43
Por Paula Laboissière - Repórter da Agência Brasil Brasília

Governador do Paraná, Beto Richa, durante sabatina na Comissão de Constituição e Justiça de Luiz Edson Fachin, indicado pela presidenta Dilma Rousseff para ministro do STF (Marcelo Camargo/Agência Brasil)


O ex-governador do Paraná Beto Richa foi preso, pela terceira vez, na manhã de hoje (19). A ação é do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Paraná. De acordo com a assessoria do MP, no âmbito da Operação Quadro Negro, foram presos também Ezequias Moreira e Jorge Atherino. A operação apura desvios de recursos destinados à construção de escolas no Paraná.

Foram cumpridos mandados de busca e apreensão na residência dos três investigados e em duas casas de veraneio do ex-governador, localizadas em Matinhos (PR) e em Porto Belo (SC).
Mais informações devem ser divulgadas em coletiva de imprensa marcada para as 10h.
Investigações
Iniciada em agosto de 2015, a Operação Quadro Negro investiga casos de corrupção ativa, peculato e desvios de verbas públicas ocorridos no âmbito da Secretaria de Estado da Educação, especificamente por meio da Superintendência de Desenvolvimento Educacional, entre os anos de 2012 e 2015.
As investigações, segundo o Ministério Público do Paraná, demonstram o conluio entre agentes públicos e privados para fraudar laudos de medições e viabilizar o pagamento antecipado de obras de construção, reforma ou ampliação de escolas sem a real execução das obras contratadas.

Edição: Talita Cavalcante